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Prefeitura faz enquete para rebatizar “Botão do Pânico”

28 de fevereiro de 2020 15:03

Por: Renato Monteiro


Mão feminina segurando um celular.
Na tela a página no Facebook da Prefeitura de Sorocaba.
Ao fundo, folhas verdes.

A Prefeitura de Sorocaba lança nesta sexta-feira (28), no seu portal oficial (http://www.sorocaba.sp.gov.br/) e em suas redes sociais (Facebook e Instagram) uma enquete para escolher, por meio do voto popular, o novo nome para o aplicativo “Botão do Pânico”. Essa denominação deixou de ser utilizada em razão de já ter sido registrada no Espírito Santo e agora, o aplicativo desenvolvido pelos técnicos da Prefeitura de Sorocaba será rebatizado, com o auxílio da população.

De 28 de fevereiro a 05 março, as pessoas poderão escolher o novo nome, apontando a sua preferência no site da Prefeitura. Há três opções de nome: Alma Segura, Protege Mulher e Salve Mulher. A que for escolhida pelos internautas dará nome ao serviço que já está incorporado na comunidade como um serviço de proteção à mulher para que ela não seja vítima de violência.

A intenção da Prefeitura é, o quanto antes, voltar a disponibilizar o aplicativo para ser baixado tanto no sistema Android quanto pelo iOS. Atualmente, por conta da restrição decorrente da existência do outro registro do nome Botão do Pânico, o aplicativo não está mais disponível para ser baixado pelas lojas App Store e Google Play.

As mulheres interessadas em baixar o aplicativo devem comparecer, pessoalmente, ao Centro de Referência da Mulher (Cerem), localizado na Avenida Juscelino Kubitscheck, 440, e, atendendo os requisitos para ser incluídas no programa de proteção o aplicativo é ativado. Hoje, o serviço, entretanto, só está disponível para mulheres cujos aparelhos sejam do sistema Android. Nos iPhones, que trabalham no sistema operacional IOS, não é possível instalar o aplicativo.

O aplicativo que está sendo desenvolvido pela TI da Prefeitura permitirá que ele seja baixado nos dois sistemas operacionais, mas a ativação do sistema no aparelho só será possível mediante a ida da interessada ao Cerem.

Como funciona

Para se cadastrar, a mulher que se sentir agredida deve, preliminarmente, procurar a polícia para registrar Boletim de Ocorrência e formalizar o pedido de Medidas Protetivas. Com o B.O. em mãos, a pessoa deve se dirigir ao Fórum e apresentar o caso à Justiça que é responsável para liberar a medida protetiva após avaliação do caso.

Em seguida, a vítima é encaminhada ao Centro de Referência da Mulher – Cerem, que está vinculado à Secretaria de Cidadania (Secid), para realizar o cadastramento no sistema e ser acompanhada pela equipe em virtude das situações de violência vivenciadas.

Nesse atendimento realizado pelo Cerem, a vítima recebe todas as orientações sobre sua participação no programa de proteção e como utilizar o aplicativo que fica conectado direto no seu aparelho celular, que deve ter internet 24 horas. Caso o aplicativo seja acionado, imediatamente um aviso com a exata localização da vítima é enviado ao Centro de Operações e Inteligência (COI) da Guarda Civil Municipal (GCM).

O cadastramento no Cerem funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h.


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