Sorocaba registra aumento nos casos confirmados de dengue e nos suspeitos de coronavírus
A Prefeitura de Sorocaba registrou aumento nos casos confirmados de dengue; a cidade já soma 760 pessoas da doença. Além disso, o município passou de 28 para 31 casos suspeitos de coronavírus. As informações foram divulgadas por meio do Boletim Epidemiológico nº7, documento emitido periodicamente pela Vigilância em Saúde.
Segundo a Secretaria da Saúde (SES), Sorocaba registrou 760 casos confirmados de dengue (660 autóctones, 80 importados e 20 indeterminados), oito de chikungunya (seis autóctones e dois importados). Nenhum caso de zika e febre amarela foi registrado. No Boletim anterior, divulgado no dia 9 de março, haviam 643 casos confirmados de dengue.
As áreas com maior número de casos ficam na região Oeste do município, em especial em bairros da área de abrangência das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Rodrigo e São Bento.
Coronavírus
Nesta terça-feira (17) a cidade de Sorocaba passou de 28 para 31 casos suspeitos de coronavírus (COVID-19). Tratam-se de moradores de Sorocaba. O primeiro caso suspeito foi registrado no dia 26 de fevereiro. Até o momento, 7 notificações de suspeitas foram descartadas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL), órgão estadual responsável pelos exames da doença.
Ainda não há previsão do resultado, mas, assim que esteja concluído, será divulgado a toda imprensa. Vale ressaltar que os suspeitos estão sendo monitorados diariamente pela Vigilância Epidemiológica, até o resultado dos exames.
Os pacientes foram atendidos em Unidades de Pronto Atendimento e hospitais de Sorocaba, locais onde foram respeitados todos os critérios de higiene/etiqueta respiratória. Os 30 suspeitos encontram-se bem e são mantidos em isolamento domiciliar. Apenas um suspeito encontra-se internado em enfermaria. As amostras para exames já foram coletadas e enviadas ao Instituto Adolf Lutz (IAL). As famílias dos suspeitos foram orientadas sobre as medidas preventivas de contato.
A Vigilância Epidemiológica Municipal elaborou um Fluxo de Atendimento para casos suspeitos de COVID-19 (última atualização em 15 de março de 2020), nomenclatura utilizada aos casos de doença respiratória causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-19). O fluxo segue normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde e pelo Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de SP (CVE-SP). Todas as unidades de atendimento à saúde receberam o documento com orientação de como proceder frente aos casos suspeitos.
Neste momento são considerados como suspeitos os pacientes procedentes de países com transmissão local estabelecida e que apresentem febre e sintomas respiratórios, em até 14 dias após o retorno. Familiares ou pessoas com contato próximo aos casos suspeitos, e que apresentem febre e sintomas respiratórios, deverão também ser notificados e testados para o SARS-CoV-19.
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